quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Fogo de Artifício

Por vezes o futebol e a política andam de mãos dadas. Até nos estados de euforia que acompanham os pequenos feitos. Depois da nossa selecção de futebol se ter apurado para o Europeu de 2008, de forma sofrível e sem brilho, muito aquém do que lhe era exigível, não deixaram de ser caricatos os breves minutos, posteriores ao apito final do árbitro, no encontro em que Portugal acabou por se apurar com o credo na boca. Os locutores televisivos de serviço interpelavam avidamente os primeiros jogadores que abandonavam o relvado com a pergunta-chave: e agora acha que Portugal poderá ser campeão da Europa?
Esta montanha russa de emoções faz lembrar a prosápia de alguns responsáveis municipais perante as pequenas e raras inaugurações, algumas de responsabilidade alheia.

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