Portugal demorou anos a afinar a coordenação dos meios de combate aos incêndios. Continua a demonstrar uma confrangedora incapacidade para prevenir as cheias. E pelos vistos, nestes últimos dias, continua a ignorar os remédios para os acentuados rigores dos Invernos gelados. Previsão meteorológica e Protecção Civil são conceitos pouco importantes para um governo cada vez mais preocupado em que a Primavera traga a subida dos termómetros eleitorais.
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