Ao contrário da lamentável capa da "New Yorker", que obrigou a explicações públicas do seu editor, é possível encarar com boa disposição alguns exercícios humorísticos em torno da corrida presidencial norte-americana, como nesta animação que vale a pena ver.
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1 comentário:
Como seria bom que em Portugal tivessemos campanhas eleitorais com humor. Mas não, nem humor nem alegria. Com alegria, fruto de uma bem conseguida estratégia de Marketing, recordo com saudade a campanha eleitoral do Professor Freitas do Amaral à Presidência da República. Nunca como nessa época observei tantos jovens e menos jovens tão motivados em torno de um objectivo que, apesar de não ter tido sucesso, ficou como um marco para as pessoas que como eu se interessam e estudam estes fenómenos.
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