A mercantilização da política municipal em Loures soma e segue em bom ritmo. Hoje, a maioria socialista aprovou a construção de um estabelecimento de comércio a retalho, num terreno inicialmente previsto para acolher um quartel para a GNR, na freguesia de Santa Iria da Azóia. A apregoada defesa da segurança dos munícipes, em momentos críticos, não resistiu a mais um local de consumo, no caso concreto do “LIDL”.
Um terreno de 7.900 m2 para instalação de “equipamentos e espaços verdes”, inserido numa área de cedência de uma Cooperativa no Bairro do Cativo, permitiu que tivesse sido anteriormente aprovada em 1998, pela própria Câmara Municipal, a cedência e consequente desanexação de 3.500 m2, em direito de superfície, para a instalação de um quartel da GNR, o que foi aceite como adequado por parte do Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações (GEPI) do Ministério da Administração Interna, já em 2002.
Com a deliberação, hoje tomada, e sem que a Câmara Municipal tenha reservado ou apontado uma localização alternativa, em concordância com o GEPI, a freguesia vê comprometido o reforço da segurança local com a mudança do uso do solo para “actividades económicas”, o que irá viabilizar uma edificabilidade de 1.400 m2 com logradouro para estacionamento de 140 viaturas à superfície, para utilização da referida unidade comercial.
Apesar das conhecidas reivindicações locais, a Junta de Freguesia, comunista, acabou por dar parecer prévio favorável ao novo estudo de loteamento, associando-se assim à prática municipal da “segurança pelo consumo”.
Um terreno de 7.900 m2 para instalação de “equipamentos e espaços verdes”, inserido numa área de cedência de uma Cooperativa no Bairro do Cativo, permitiu que tivesse sido anteriormente aprovada em 1998, pela própria Câmara Municipal, a cedência e consequente desanexação de 3.500 m2, em direito de superfície, para a instalação de um quartel da GNR, o que foi aceite como adequado por parte do Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações (GEPI) do Ministério da Administração Interna, já em 2002.
Com a deliberação, hoje tomada, e sem que a Câmara Municipal tenha reservado ou apontado uma localização alternativa, em concordância com o GEPI, a freguesia vê comprometido o reforço da segurança local com a mudança do uso do solo para “actividades económicas”, o que irá viabilizar uma edificabilidade de 1.400 m2 com logradouro para estacionamento de 140 viaturas à superfície, para utilização da referida unidade comercial.
Apesar das conhecidas reivindicações locais, a Junta de Freguesia, comunista, acabou por dar parecer prévio favorável ao novo estudo de loteamento, associando-se assim à prática municipal da “segurança pelo consumo”.







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