Segundo consta o ministro Alberto Costa mantém a confiança no seu antigo parceiro de tertúlia e actual director nacional da Polícia Judiciária. Este, por sua vez, entendeu provocar o encerramento do caso, ao considerar que houve uma "certa precipitação" na constituição de arguidos dos pais de Madeleine McCann. Numa versão mais elaborada, em editorial do DN, Alípio Ribeiro terá começado a dar passos para sensibilizar a opinião pública para o arquivamento do processo. Se assim é, então a iniciativa já teve início em Novembro, pois o director nacional da PJ em entrevista ao Expresso já perspectivava que "não sabia se haveria prisões no caso Maddie". Ou seja, dois meses de preparação para um eventual arquivamento e sem uma única explicação para a alteração radical do rumo da investigação.Tudo isto é muito lamentável. Enquanto investigadores e representantes do ministério público traçam estratégias e tentam solucionar um caso, que ultrapassou há muito as fronteiras do foro criminal para se tornar um caso político, em que a polícia portuguesa corre o sério risco de sair manifestamente desprestigiada e maltratada, o seu director nacional resolve protagonizar o papel de um qualquer participante n' "O Juíz Decide", atirando palpites comprometedores para o sucesso da investigação e inflingindo danos substanciais na imagem dos seus investigadores. Nestas circunstâncias, o director nacional da PJ só tem um caminho: obviamente, demitir-se!







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